e é amar-te assim perdidamente ou até que chegue o lápis azul

Dizem por aí que o melodrama me corre nas veias desde sempre. Que o lirismo poético-patético, o bucólico e as florzinhas do campo fazem parte de mim.

Não é que me tenha atingido na cabeça qual metafórico tijolo, mas um dia percebi que sim, parece que há por cá uma Florbela Espanca, com muito menos talento de escrita e muito menos vontade de vias de facto, mas que me habita.

Desde o dito não tijolo tenho andado a aprender a rir da minha pessoa. Foi coisa difícil de aprender, mas diria que estamos no bom caminho. E para prolongar a estrada, ainda que cheia de metafóricos calhaus, neste blog será proibida a veia poética desta que vos escreve. Coisas capazes de causar coma diabético ou de fazer chorar o Miguel Sousa Tavares (há lá homem mais carrancudo, senhores?) será imediatamente apagado.

Se virem (andará alguém aí a ver?) a senhora dona Florbela a passear por aqui, é avisar a gerência. Agradecida.

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2 thoughts on “e é amar-te assim perdidamente ou até que chegue o lápis azul

  1. I. diz:

    Oh, de vez em quando sabe bem dar vazão à drama-queen que habita em nós. O que vale é que a mim passa depressa, mas enquanto dura um gajo desabafa 😉

  2. Mariana diz:

    I., esta se a deixo à solta toma-me conta do blog. É um exercício de descontrolo fora destas margens, que senão a gaja está, não tarda nada, a encher-me o estaminé de rendas e flores e gatinhos.

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