singularidades de uma relação multidimensional

Isto de sermos casados com o nosso melhor amigo é muito bonito e muito agradável e tem muitas vantagens. Ele está mesmo ali, todos os dias. Sabe como ninguém o que se passa na nossa vida, o que nos dói e o que nos faz feliz. E nem precisamos de abrir a boca para receber um abraço – não porque ele adivinha, mas porque o lê nos nossos olhos.

Mas é uma chatice quando nos chateamos. Porque o nosso melhor amigo tem o duplo papel de nosso marido – que é um lugar com um potencial de zanga ligeiramente superior ao primeiro. E quando isso acontece, quando só nos apetece disparatar e desabafar e deixar sair o vapor, conversamos com quem?

Na falta de um segundo melhor amigo, não haverá alguém que invente um botão que nos permita desligar um e ligar o outro?

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5 thoughts on “singularidades de uma relação multidimensional

  1. Fuschia diz:

    Isso lembrou-me o How I Met Your Mother, em que a Lily e o Marshal quando se chateiam, metem a discussão em pausa e vão comer fora, passear, depois voltam a meter no play e continuam a discutir 😛

    • Mariana diz:

      Pois é!! Já nem me lembrava disso, mas deve ter ficado cá no subconsciente… Só me parece é muito pouco realista, não é? Como metáfora é lindo, como ideia real é um bocado parvo 🙂

  2. Izzie diz:

    Se encontrares resposta para este dilema, partilha, sff.

    (oube lá, tu não tinhas um belóguio há mais tempo porquê?)

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