porque as vacinas não são uma questão de fé

“Ordinarily I wouldn’t question others’ parenting choices. But the problem is literally one of live or don’t live. While that parent chose not to vaccinate her child for what she likely considers well-founded reasons, she is putting other children at risk. In this instance, the child at risk was my son. He has leukemia. 

What does any of this have to do with vaccinations? While the purpose of chemotherapy is to kill the cancer, it also kills the good cells—most notably the infection-fighting white blood cells. That means my son has limited ability to fight off anything. A single unimmunized child in an ordinary child care setting is the equivalent of a toddler time bomb to him.  

[…]

Those who cannot be vaccinated, including young babies, transplant, and cancer patients, depend on the immunity of the herd to protect them. In recent years, in communities where many parents opt out of vaccinating their children, the herd has diminished. As a result, unvaccinated children have died from totally preventable infectious diseases such as measles, meningitis, and pertussis
In 2008 in San Diego, a 7-year-old boy whose parents refused vaccines contracted measles while on a family trip to Switzerland. Before realizing how sick he was, the boy went to school and infected four other kids at school, after having already infected his two siblings. He then infected four other children who happened to be in the waiting room at his pediatrician’s office. Three of those children were too young to have received their MMR vaccines. One of those infants was hospitalized; another traveled on an airplane while infectious. This case is a sobering example of how one family’s decision not to vaccinate their children has serious consequences for other children. 

[…]

Because we want him to have as “normal” a life as possible, we’ll likely send him off in the bright yellow school bus and cross our fingers that the kid sitting next to him didn’t just attend a “chicken pox party” over the weekend. Because what’s “just a case of chicken pox” for that kid could be a matter of life or death for mine.”
.
Roubado à Luna, vindo do A pox for you. Porque não acreditar nas vacinas tem consequências reais, a curto ou a longo prazo, e que não afectam só o indivíduo não vacinado. Afectam toda uma comunidade, imunocompetente ou deprimida. Cria reservatórios de patogénios, com portadores sintomáticos ou não, que podem não ser detectados e pôr em risco muitas outras pessoas. É irresponsável e, em determinadas circunstâncias, criminoso. E, infelizmente, parece ser um problema cada vez mais grave, com adesão crescente.
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7 thoughts on “porque as vacinas não são uma questão de fé

  1. Queen of Hearts diz:

    Sim, os pais new wave como se diz na Luna (não sei se foi a própria ou num comentário que surgiu, mas é uma excelente denominação) multiplicam-se de dia para dia. Seria incapaz de não vacinar o meu filho, principalmente pela questão da saúde pública. E dou as vacinas do PNV e mais duas extra-PNV (não serão casos tão críticos, mas mais uma vez pensando no meu e nos outros).

  2. pipinhaeheh diz:

    Isso das vacinas dá pano para mangas. Eu não sei é como é que há vacinas que não estão no PLV, como a da meningite, quando se sabe que é uma coisa perigosa. Se eu disser que só de uma vez dei 200 e tal euros para vacinas para os meus filhos. Não os dei por mal gastos mas o problema é que há quem não os tenha. E custa-me estar todos os meses eu e o meu marido a descontar para dar rendimentos minimos a gente que não faz nenhum e ter crianças que não podem ser vacinados porque o dinheiro não chega ao final do mês. É obvio que não estou a incluir nisto pais que têm o dinheiro mas preferem gastá-lo em cafés e tabaco e roupinhas e q tal.

    • Mariana diz:

      Desde Janeiro de 2012 a vacina contra a meningite, dada aos 12 meses, já faz parte do PNV.
      A inclusão de vacinas no PNV é feita com base em estudos cuidados, não é feita só com base no custo das mesmas (se fosse, a do cancro do colo do útero não teria sido incluída e foi). Há pouca vantagem na vacinação contra a meningite, por várias razões: há demasiados microrganismos que a podem causar, não há vacina para metade deles, os mais graves estão praticamente erradicados no nosso país…

      • pipinhaeheh diz:

        Pois, como os meus tomaram a vacina o ano passado não sabia que já faz parte do PNV. Também não sei de facto a eficácia da vacina mas como tinha um tia que ficou surda graças a uma meningite que teve em bebé é um assunto que me deixa sensivel.

      • Mariana diz:

        É importante lembrar que estamos noutra época – de diagnósticos, de tratamentos, de tudo. Eu também tive uma meningite em pequena (há 25 anos) e não tenho sequela nenhuma.

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