ten fingers and ten toes

É sempre assim quando tu não estás, arrasto as horas noite dentro a pensar em nada e no que me faz mal, parece que é de noite que os pensamentos têm mais força e empurram as tampas dos sítios onde os fechamos para podermos funcionar. Troco os sonos e quando finalmente apago a luz vejo fantasmas nos cantos e ouço ladrões nos estalidos da casa. Acordo cansada, faço as contas para ver se já são horas de te dar um beijo. Durmo melhor sozinha, eu e os gatos na cama gigante e vazia, mas durmo sempre pior sem ti.

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