desejos

Quando o puto nascer vou passar um mês a presunto e caipirinhas.

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18 thoughts on “desejos

  1. Ouvi dizer que depois de nascer é pior: amamentação. 😀

  2. Filipa diz:

    Dizia o mesmo. A verdade é que ainda não toquei em nada… 😦 acho que, em 9 meses, me desabituei…

  3. DNC diz:

    Por momentos assustei-me… pensei que não ias amamentar…

    (É tão bom ser imune à toxoplasmose ;))

  4. Caipirinha não sei, mas a minha médica aconselhou-me a tomar uma a duas taças de champanhe por dia enquanto estava a amamentar 😉 Um conselho que segui com moderação.

  5. Vespinha diz:

    LOL! Até a mim agora me apetece agora beber uma…

  6. Queen of Hearts diz:

    Ahaha, eu dizia a mesmíssima coisa 🙂 Aliás, o meu lindo cara-metade trouxe-me ao hospital uma sandes de presunto 😛 e a minha primeira refeição quando cheguei a casa foi um bifão bem-mal-passado 🙂
    E não fosse o facto de ainda estar a amamentar (ok, não sou nenhuma breast-talibã ehehe… mas pronto, ainda amamento aos quase 16 meses do puto; apesar das divergências doutrinárias vou seguindo as actuais recomendações da OMS enquanto ele não desmamar naturalmente, apesar de saber que a nossa classe médica, no geral, não as sufraga. Também não acho que esteja a fazer mal, e o desmame dele parece-me próximo, pelo que lhe vou observando 😉 e com este parêntesis, acabo por muiiiito sucintamente te responder a um teu argumento bem colocado numa conversa antiga, tentando que não me aches assim muito estúpida e mal-educada por ainda não o ter feito :/ mom-short-of-time-and-swamped-in-work, é a minha desculpa mas é verdade), dizia eu, não fosse o facto de ainda estar a amamentar, já me tinha enfrascado de caipirinhas e sangria e vinho tinto e vinho rosé e vinho branco e ahhhh tenho saudades de uma bebida…

    • Maria Bê diz:

      Que saudades de uma capirinha! E de uma ginginha! E de sangria! E de um moscato fresquinho, Riesling também pode ser. Champagne ou espumantes, venha a nós desde que tenha bolhinhas…
      QoH, és valente, mulher! O miúdo já tem dentes e tu continuas? Admiro-te a perseverança! Também ainda estou a amamentar, mas o meu catraio ainda só tem cinco meses. Sou um bocadinho fanática da amamentação exclusiva até aos seis meses (para quem pode, naturalmente!, e quando tudo corre bem e essas coisas). Faz-me alguma espécie a coisa dos dentes… a minha filha deixou naturalmente aos dez meses, e dias depois pumbas, dentes!
      Sorriso!

      • Queen of Hearts diz:

        Maria Bê, eu julgava – sinceramente – que ia parar de amamentar quando chegassem os dentes (no caso do meu miúdo, os primeiros vieram aos 5 meses). Mas ele “só” me mordeu duas vezes 🙂 Acho que se assustou por eu me ter retraído com a dor, e não voltou a fazer. 😉
        Agora ele só mama duas vezes por dia e em horários completamente pacíficos 😉
        Eu penso exactamente como tu no que se refere à amamentação exclusiva. Aliás, penso assim em relação à amamentação em geral: se o puto continua a querer, se se tem meios para, se tudo corre bem… pronto! Mas não me vejo muito a continuar a amamentar para além dos dois anos. Agora a ver vamos se não estou outra vez a cuspir para o ar… 😉

      • Mariana diz:

        Eu acho, por tudo o que fui lendo, médico e psicológico, que a amamentação além do 1 ano tem zero vantagens e, sinceramente, acho que tem muitas desvantagens (em termos de dependência, de não haver na criança uma aprendizagem completa de que é uma entidade separada da mãe, etc.). A amamentação exclusiva até aos 6 meses faz bem, mas é recomendada pela OMS, digo-vos já, tendo em conta os países em que não há fontes seguras de água potável, como a maioria dos africanos. As guidelines da OMS têm de ser universais e portanto levamos todos com a regra dos 6 meses, quando na verdade as investigações mais recentes mostram que além dos 4 meses pouco acrescenta além da relação mãe-bebé – ou seja, pode perfeitamente ser passada para part-time.

  7. innocent bystander diz:

    eu amamentei em exclusivo até aos 6 meses, sobretudo porque ia estar em casa até aos 9. agora ela acabou de fazer um ano e ainda dou – também pensei que ia deixar de dar quando tivesse dentes, mas fizemos bem a adptação – e penso dar enquanto ela não recusar. Já não pede com tanto vigor como há uns meses, mas é optimo nem que seja para a acalmar. E não concordo que crie dependência, mas falo por mim

  8. Anónimo diz:

    Era o que eu pensava… 9 meses de abstinência alcoólica… Era sem contar com os 18 meses a amamentar. Foram 27 meses sem beber, vá lá, a beber pouquinho.

  9. Queen of Hearts diz:

    (não sei por que não consigo comentar no thread acima)
    Pois, isso foi o que já me expuseste na altura. 🙂
    Como eu disse, não sou mesmo fundamentalista. Não tinha assim muitas expectativas prévias a não ser quanto ao período de exclusividade, e esse não consegui cumprir, por motivos profissionais. No presente, depois de ponderar, optei por dar enquanto ele não rejeitar, e o facto notório é que ele vai mamando cada vez menos, como é normal e natural, porque eu vou oferecendo, mas também não forço. Não sei, francamente, se há vantagens na amamentação para lá do ano, mas fisicamente também não estou a ver desvantagens, porque a alimentação já está bastante estabelecida, e o leite materno não é a base da alimentação do bebé, que já não é lactente.
    Acredito perfeitamente na seriedade dos estudos e escritos a que te referiste acima, e certamente que não discutirei os fundamentos científicos deles. Mas, de facto, e no caso particular do meu filho, não lhe noto mesmo nada a tal dependência. Sim, é apegado a mim, talvez notoriamente mais do que a qualquer outra pessoa “dele”, mas não de forma diferente da dos outros miúdos da idade dele, por exemplo. Julgo que a relação que temos é a normal de mãe e filho. O miúdo trata-me da mesmíssima maneira que trata o pai, e fica regularmente e perfeitamente bem com os nossos familiares, sem demonstrar reacções tipo ansiedade de separação, etc., quando não estou com ele.
    Não sei… desde que sou mãe que cada vez mais me abstenho de tipificar muito. Não discuto que os padrões existam, e que estejam sob estudo na psicologia e na medicina, claro, mas a verdade é que não conheço – na “vida real” – nenhuma criança tardiamente amamentada, que me recorde, que sofra de uma dependência peculiar, ou que tenha evoluído na relação com a mãe de uma forma mais precária… Mas lá está, é a perspectiva oposta, que eu de cientista não tenho nadinha. É mesmo só por observação empírica.
    De todo o modo, estou só a entrar em conversa, for arguments’ sake 🙂 A minha postura é sempre tipo “live and let live”, e a cada qual as suas opções 😉

    • Mariana diz:

      (provavelmente o coiso acima atingiu limite de respostas)

      Sim, e acima de tudo cada criança é única e diferente.

      • DNC diz:

        E é quando se tem mais que um filho que se percebe, realmente, a dimensão do significado dessa frase 🙂

        O meu filho mais velho mamou até aos 6 meses (em exclusivo até aos 3 e meio) e, por ele, teria mamado durante mais tempo se eu não tivesse decidido fazer o desmame (o que fiz porque achei que a amamentação já não estava a contribuir em nada para a nossa qualidade de vida).

        O mais novo largou a mama aos 4 meses, sozinho, em menos de 15 dias, quando começou a comer papas e sopas.

        E já que falamos de amamentação, eu não sou fundamentalista, mas nunca me passou pela cabeça não amamentar e não compreendo que uma mãe decida não o fazer. Aceito, obviamente, mas não compreendo. (É claro que há mães que não conseguem amamentar, seja por questões de saúde, seja porque o bebé não pega, e isso eu compreendo, porque são factores externos à vontade da mãe.)

        Eu nunca estabeleci metas para a amamentação dos meus filhos, achei sempre que o melhor era deixar que as coisas corressem naturalmente, mas nunca pensei que não conseguia. Lembro-me até que, dias antes de nascer o mais velho, a minha mãe me perguntou se eu já tinha comprado biberons e eu perguntei-lhe de volta: “Para quê? Eu vou amamentar!”. Ela ainda argumentou que eu podia não ter leite e eu contrapus: “Mas não vou ter leite porque carga d’água?” ao que ela me respondeu, sem argumentos para a minha resposta, que podia precisar de dar água ao bebé… Claro que a minha resposta a calou de vez: “Os bebés amamentados em exclusivo não precisam de beber água, principalmente quando nascem no Inverno.”. E só comprei biberons quando começou a aproximar-se a data do regresso ao trabalho. Ainda assim, consegui que durante as primeiras semanas o meu filho continuasse a beber só leite materno, que eu tirava com a bomba de 3 em 3 horas e congelava. Com o mais novo já não foi possível…

  10. Anónimo diz:

    e congelar o presunto??? resulta mata a bixarada e fica comestivel para grávidas!
    beijinhos e boa gravidez!

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